Competência

Transformação Comercial no Pós‑Pandemia com OKRs e Mentoria Estratégica

Transformação Comercial no Pós‑Pandemia com OKRs e Mentoria Estratégica

Prometeon Tyre (Pirelli)

Ramo de atividade: Fabricante de pneumáticos.
Porte: Grande
Cidade / UF: Santo André – SP

 

Background

A Prometeon, fabricante global de pneus industriais (ex‑Pirelli Industrial), atravessou a pandemia com forte demanda, impulsionada pelo agronegócio e pelo transporte de cargas.

Com a reabertura econômica em 2022 e a entrada agressiva de concorrentes estrangeiros, o CEO destacou a necessidade de preparar a força de vendas para um novo cenário competitivo.

Durante a convenção nacional — “REMA OU NADA” — a empresa reforçou a urgência de fortalecer a equipe comercial para atuar de forma mais estratégica e agressiva no mercado.

 

Problema

Com o fim da pandemia, a Prometeon enfrentava uma mudança significativa no ambiente de negócios. A equipe comercial, acostumada a atender uma demanda aquecida, precisava:

  • Desenvolver postura mais competitiva e agressiva.
  • Criar disciplina de metas e foco em resultados.
  • Integrar áreas estratégicas em torno de objetivos comuns.
  • Fortalecer competências gerenciais para liderar times em um mercado mais desafiador.
  • Implementar uma nova cultura de performance, alinhada ao cenário pós‑

Sem essa transformação, havia risco real de perda de participação de mercado.

 

Solução

A Prometeon contratou AJ Limão Consultoria e Treinamento, para conduzir um programa completo de transformação comercial, baseado em OKR – Objectives and Key Results e desenvolvimento de liderança.

 

A solução foi estruturada em três pilares:

  1. Workshop de OKRs para a equipe de vendas e suporte

Introdução da metodologia OKR, construção de objetivos estratégicos e definição de indicadores claros e mensuráveis, alinhados ao novo ambiente competitivo.

  1. Mentoria na construção das OKRs para os Gerentes Comerciais

Acompanhamento direto na elaboração das OKRs de Vendas, Marketing, Desenvolvimento de Produtos e Logística, garantindo alinhamento, foco e cadência de execução.

  1. Desenvolvimento dos Gerentes como Coaches de vendas

Aplicação da ferramenta DICA – Diagnóstico de Competências e Atitudes, identificação de lacunas de liderança e mentoria individual para fortalecer competências essenciais, transformando gerentes em multiplicadores internos da metodologia.

 

Resultados

O programa gerou uma mudança cultural profunda e sustentável:

  • Nova postura comercial, mais agressiva e orientada a metas.
  • Integração entre áreas, com objetivos compartilhados e maior sinergia operacional.
  • Gerentes atuando como Coaches, elevando a maturidade da equipe.
  • Disciplina de acompanhamento, com rituais de OKR implantados.
  • Metas atingidas nos anos subsequentes, mesmo com maior concorrência.
  • Consolidação de uma “nova cultura em bater metas”, conforme o plano de ação.

 

Diferencial

O sucesso do projeto se deu pela combinação de três elementos exclusivos:

  • OKR aplicado à realidade industrial, com foco em execução.
  • Mentoria personalizada, garantindo consistência e alinhamento entre áreas.
  • Desenvolvimento comportamental da liderança, sustentando a mudança cultural no longo prazo.

Essa abordagem integrada permitiu à Prometeon enfrentar o pós‑pandemia com uma equipe mais preparada, competitiva e orientada a resultados.

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Receita para um líder não ser vencido

Receita para um líder não ser vencido

Imaginem ser afastado das suas funções por problemas não de competência, mas de doença. Entre tantos exemplos, a mais memorável foi a luta que Steve Jobs travou com a sua doença e que o levou a óbito. O exemplo pode ser extremo, mas é real e pode vencer não somente o líder mas a empresa toda.

 

Nas empresas, envolve não somente o líder, mas em grande parte é a preocupação dos Recursos Humanos, na sua gestão estratégica e tática, devido a interrupções na execução de planejamentos, implementação de estratégias de negócios e planos de ação.

 

Um caso real

Em uma empresa que eu fazia consultoria, um executivo, depois de demitir alguns funcionários, dentre eles, pessoas de relacionamento de longos anos de convivência, teve uma descompensação, que o levou a ficar 4 dias em casa e, quando voltou, seu Diretor notou que ainda não estava bem e sugeriu que tirasse férias, para uma recomposição física e psicológica. Casos como estes são comuns no dia-a-dia das empresas, o estresse causado pela pressão da responsabilidade do líder, leva a problemas de saúde física e mental.

 

O que a empresa faz na ausência do líder?

Numa entrevista pela revista Melhor, me perguntaram sobre o afastamento de executivos por doenças, devido ser uma tendência que ocorre com os executivos de todos os níveis, provocado pelo estresse que é submetido diariamente no seu trabalho. A preocupação da jornalista era, o que a empresa faz para cobrir a ausência do executivo. Nesse caso, há uma distribuição no board de diretoria ou de gerência, das funções do líder. Se a ausência for prolongada como o tratamento de uma doença mais grave, é nomeado um gestor interino para a função, aguardando a volta do executivo. Há ainda casos em que são contratados consultores para dar suporte durante o período de acordo com os projetos em andamento.

 

Estudo e pesquisa

Segundo estudo realizado com base em dados do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), que envolvem funcionários de empresas e seus gestores, a incidência de doenças vem ocasionando aumento no tratamento pela seguridade social. Há também uma pesquisa, segundo Márcia Veloso Kuahara, reumatologista, professora e consultora na área de saúde executiva que revela:

  • 80% admitem dormir mal, devido às exigências e tensões que são submetidos;
  • 70% dos executivos realizam check-ups regularmente, sendo que destes;
  • 30% só o fazem por muita insistência.

Boa parte desses executivos que fazem o check up, não vai buscar os resultados e outro tanto não seguem a prescrição médica. Além de subestimar sua saúde, consome bebidas alcoólicas com regularidade, o que leva ao surgimento e agravamento de doenças cardiovasculares, além de diabetes e cânceres.

A realidade dessa situação é a forma de lidar com as atividades de dia a dia e a distribuição das tarefas e o uso do tempo, para se ter qualidade de vida pessoal e profissional.
 

A receita para não se deixar vencer

Um dos principais fatores do agravamento das doenças é a forma com que lidam com a sua qualidade de vida e uso do seu tempo pessoal e profissional. A qualidade de vida está no equilíbrio entre as 3 atividades do ser humano moderno: Sono, atividades pessoais e atividades profissionais. Vejamos na amostragem de um dia, como deveria ser programado.

 

  1. O sono repara não somente o físico como também a mente.

É certo que cada indivíduo tem necessidades diferentes de repouso, porém, deve ser reparador e os estudiosos, recomendam 8 horas por dia.

 

  1. O uso do tempo profissional e das atividades diárias.

Assim, restariam 16 horas, sendo que o profissional deve ser medido, desde o momento que ocorre do portão para fora, portanto deve somar também o deslocamento. O horário do almoço deve ser descontado desse tempo. Subtraia das 24 horas, o tempo de sono e o tempo profissional que acabou de apurar.

 

  1. Aplicação do tempo da vida pessoal.

Terá assim, as horas disponíveis para as suas atividades pessoais. Novamente a recomendação dos estudiosos é que esse tempo deve ser dividido em proporções iguais.

 

  1. Papeis que desempenha na vida pessoal.

O tempo pessoal deve ser dividido em papéis que desempenha:

Conjugal, Familiar, Social, Educacional e recreacional em proporções iguais.

Para se ter uma equação mais adequada, tome como base o tempo semanal, pois trabalhamos 5 dias da semana e temos dois dias no final de semana que podemos equilibrar a falta dos papeis pessoais durante a semana.

 

  1. Incompetência treinada.

A qualidade de vida está no equilíbrio do tempo pessoal e profissional. Trabalhar demais leva ao estresse, a incompetência treinada. Isto é perde-se a sensibilidade profissional. Pode-se dizer que só derruba avião, o piloto experiente. Como aquele avião da TAM, na cabeceira de Congonhas. O piloto sabia do problema no reverso, pois, tinha viajado no dia anterior com aquele aparelho. A confiança em excesso, tira a sensibilidade e se comete grandes erros ou se é acometido pelo estresse do trabalho.
Para mais informações de como fazer essa equação, veja no livro Liderando Equipes, Editora Saraiva, de minha autoria. Lá encontrará o exercício completo.

Quer saber mais sobre o assunto, me escreva: contato@ajlimao.com.br

 

AJ Limão Ervilha

Empresário, professor, escritor, consultor há mais de 25 anos em importantes organizações como Hospital Albert Einstein, Ford, Unilever, Mercedes-Benz, Philips, VOLVO.  Autor do livro Liderando Equipes para Otimizar Resultados, entre outros. Especialista em Criatividade Aplicada ao Marketing pela New York State University. Possui certificação Internacional em DHE® Design Human Engineering com Dr. Richard Bandler e Programação Neurolinguística (PNL) com seu criador Dr. John Grinder. Formação em Análise Transacional e Certificação em Coach pela ICC – International Coach Community.

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